Depoimentos

“Antes de escrever essa declaração, resolvi voltar à nossa conversa no inbox para ler nossa conversas nos primeiros dias após o nascimento de Yan Naluh, e, acredite, mais uma vez tuas palavras causaram efeito de serenidade e conforto ao meu coração e emoção. Por coincidência, tive um tia bem agitado (para não dizer difícil) aqui em casa com a demanda com o bebê, o marido e a casa… E ler nossa conversa foi cura mais uma vez.

Pois bem. A experiência de acolhimento que eu tive com Mariana teve início quando, ainda grávida, cheguei de alguma forma a um texto dela no seu blog sobre “Não usar lenço umedecido no bebê”, que eu achei incrível e que me fez a procurá-la no face e passar a segui-la.

Não sabia eu que aquele texto foi o pretexto que o universo usou para permitir um encontro que me traria cuidado, cura.

Foi (ainda é) no meu pós-parto que tive a clareza e entendimento do movimento do universo para meu encontro com Mari, pois está sendo nesta fase que eu absolutamente estou precisando ser “doulada” no real sentido de ser doula, na essência.

Eu pari em casa, tive doula, que é uma querida, que me ajudou, mas, com o seu perdão, não consegui acessar um lugar de confiança que me permitisse rasgar-me em minha dor na sua presença, pedindo cuidado, me mostrando frágil (o que é bem raro).

Eu não conheço Mari pessoalmente, mas foi ela quem me acolheu num momento de pico na crise do puerpério onde eu me sentia muito sozinha, doída e abandonada. Corpo doendo, 10 dias sem dormir, coração revirado e foi Mari que conseguiu ler minhas dores e apenas se mostrou junto e cuidou… Sem nada demais, apenas cuidou.

Doulas cuidam!!! Mari cuida… Mari foi minha Doula… Ela cuidou de mim, e eu nem a conheço!

Gratidão! Gratidão!”

Deyse de Bel